Santo Franciscano do dia: S. Vicente Pallotti.

Sacerdote da Ordem Terceira de São Francisco (1795-1850). Fundador da Sociedade do Apostolado Católico. Canonizado por João XXIII (20/01/1963).

Nasceu em Roma em 21 de abril de 1795. Os seus primeiros mestres espirituais foram os próprios pais, de quem pôde dizer: “O Senhor concedeu-me uns pais que eram uns santos, que me iniciaram no caminho da santidade”. Para os estudos superiores começou por frequentar o Colégio Romano, e depois a Universidade de Roma, onde cursou Filosofia e Teologia. Desde 1810 viveu com uma tia clarissa, Rita de Rossi, exclaustrada por perseguição antirreligiosa. Foi ela quem substituiu os pais a conduzirem-no pelo caminho da santidade, incutindo-lhe a espiritualidade de São Francisco que inspiraria toda a sua vida, depois de abraçar a Ordem Terceira da Penitência.

Já antes de ser ordenado sacerdote, em 16 de maio de 1818, ele se lançara a interessantes formas de apostolado, como acadêmico das faculdades de dogmática e de escolástica, e confessor ordinário dos seminaristas. Em 1834 fundou a Sociedade do Apostolado Católico. Manteve contatos com cristãos do oriente, num espírito de ecumenismo e missão, e convidava leigos de todas as condições a cooperarem ativamente nessa modalidade de ação católica. A partir da Sociedade do Apostolado católico, por ele fundada, fundou a Congregação dos Sacerdotes Seculares e a Congregação das Irmãs, e ainda a Casa Pia da Caridade. Trabalhou intensamente em três campos: comprometer os crentes na difusão do Evangelho; conservar, reavivar e fortalecer a fé entre os católicos; e dar mais vida à caridade, socorrendo pobres, visitando doentes e presos e consolando aflitos. Propunha uma mobilização geral de todos, tanto clérigos como leigos, e uma mais eficiente coordenação de todas as forças cristãs. Gregório XVI abençoou e apoiou esse arrojado programa apostólico. Não faltaram dificuldades, mas todas a sua fé superou.

Em poucos anos S. Vicente Pallotti conseguiu fundar um instituto de sacerdotes e outro de Religiosas, e ainda Obras de caridade, de educação, de assistência a jovens abandonadas ou em risco. Instituiu o oitavário solene da Epifania, divulgou o apostolado da oração, dedicou a mais terna devoção a Maria, a quem proclamou protetora do apostolado católico, precursor da "Ação Católica". Faleceu em 22 de janeiro de 1850, com 55 anos de idade.

 

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